Nelson Vieira - Master Coach e Palestrante Comportamental

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Testes Vocacionais - Parte 1

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Testes Vocacionais - Parte 1

A realização de testes vocacionais ainda é uma cultura em desenvolvimento em nossa região, uma vez que, nos acostumamos a escolher a profissão como quem escolhe uma peça de roupa na vitrine de uma loja, ou seja, nós a vemos no manequim, gostamos, experimentamos e compramos. Porém, quando vamos estreá-la, descobrimos que a mesma não “cai bem” com o nosso estilo, personalidade, comportamento, porte físico, enfim...

Então nos indagamos: “ – Puxa, mas ficou tão bem quando a experimentei na loja...o que será que aconteceu?”. É simples, naquele instante, fomos tomados pelo impulso de consumi-la porque vimos que a dita roupa vestia muito bem, só que, no manequim “sarado” exposto na vitrine, quando a experimentamos, muitas vezes nos imaginamos com a mesma estrutura física do boneco, o que nos leva, por conseguinte, a compra-la. Porém, quando a realidade aponta, imediatamente a abandonamos porque a mesma veste bem, só que, outras pessoas.

Desse modo, permitam-me definir os testes vocacionais como instrumentos de economia emocional, financeira e, sobretudo, de tempo, uma vez que pode evitar aquele velho transtorno de trocar de curso, após alguns anos cursando, simplesmente por descobrir-se que não era a profissão certa, pois não era exatamente o que se pensava. Pergunta-se: “ – Quanto tempo se perde, para de fato (re)começar a construir uma carreira sólida?”. Nesse caso, vale lembrar que, cada dia perdido corresponde a menos um dia para se obter sucesso na vida.

No entanto, os testes vocacionais não podem ser feitos à revelia, nem tão pouco isoladamente, pois os resultados são padronizados, servindo apenas para nortear a escolha da profissão adequada, já que alinha o perfil do testando às características de uma determinada profissão, e, esses resultados podem sofrer alterações decorrentes do estado emocional de quem se submete aos mesmos. Por isso, é preciso fazer pesquisa com profissionais das áreas de interesse atrelado a uma orientação vocacional criteriosa feita com profissionais qualificados para tal. Observe que escrevi “com” e não “por” profissionais, o que nos leva a crer que se trata de uma construção conjunta, com a participação direta e irrestrita do testando.

De tudo, vale ressaltar que, como no casamento, a profissão escolhida deve ser recheada de sentimento de amor, prazer ao se realizar uma tarefa, emoção ao se conquistar novos objetivos e plenitude ao galgar estágios profissionais cada vez mais elevados.

E, para contribuir com essa descoberta profissional, convidamos estudantes e profissionais a participarem no período de 18 a 20 de novembro de 2004 do II Congresso de Gestão com Pessoas promovido pela ABRH-PA que terá como tema central “Resgatando o senso de humor e a criatividade para ser o melhor”.

Autor: Nelson Vieira - Master Coach e Palestrante Comportamental

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