Nelson Vieira - Master Coach e Palestrante Comportamental

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Testes Vocacionais - Parte 2

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Testes Vocacionais - Parte 2

ERRATA:

É preciso corrigir um erro ocorrido na edição do dia 05 de Julho de 2004 na coluna “Vocações”, quando O Liberal publicou um artigo sobre Testes Vocacionais dando os créditos à Ivani Oliveira quando na verdade o texto é de autoria do psicólogo Nelson Vieira.

NELSON VIEIRA Psicólogo – CRP 10º/01327

No artigo passado afirmamos que muitas das vezes escolhemos uma profissão como quem escolhe uma peça de roupa exposta na vitrine de uma loja, ou seja, às vezes admiramos uma profissão por influência do profissional que vemos atuar, chegando a contagiar outras pessoas a seguirem, porém, nem sempre o estudante tem a aptidão necessária para seguir determinada carreira estando assim fadado a uma eterna busca para se encontrar no meio profissional sem obter sucesso na vida e nem na carreira.

Isso é possível ocorrer porque a escolha profissional, mais do que orientação e realização de testes diz respeito ao autoconhecimento necessário para a escolha do seu destino. Não se pode tirar conclusões simplesmente porque os testes apontaram, ou porque achou interessante a palestra do profissional “x”, ou por qualquer outro motivo, deve-se antes de mais nada descobrir-se a si mesmo.

E todos sabemos que essa descoberta pessoal e a busca profissional sofre grande influência do meio social, cultural, econômico ou mercadológico no qual estamos inseridos, o que terá um peso significativo na escolha do indivíduo. Por exemplo: Se o mesmo convive em uma família em que o pai, a mãe e os irmãos são contabilistas, têm uma empresa de contabilidade própria com uma extensa rede de clientes montada, óbvio que é mais cômodo escolher a profissão de contabilidade, por ser mais simples a inserção no meio profissional e o retorno financeiro. Porém, não podemos ignorar a auto-realização, fundamental para a manutenção da auto-estima e da busca constante por novos desafios e realizações podendo esse mesmo estudante optar por ser psicólogo, artista ou pedagogo pela sua reconhecida habilidade e sensibilidade em lidar com outras pessoas.

Neste sentido, não são os testes isoladamente que apontam a aptidão do sujeito acima para trabalhar com pessoas, pois eles não estão contextualizados, por isso faz-se necessário todo um processo de descoberta pessoal com participações em rede de discussões, entrevistas com psicólogos, leituras e pesquisas de textos ou mesmo algumas sessões de terapia individual ou em grupo para desenvolver a auto-percepção o que inevitavelmente norteará a escolha pela profissão mais adequada.

Ao final, o somatório de tudo o que fora feito para descobrir a profissão ideal pode apontar que, apesar do grande conhecimento no setor contábil, indicada nos testes, o estudante tenha uma enorme aptidão para as profissões citadas acima, devendo o mesmo pesquisar a que melhor o completa como pessoa.

Autor: Nelson Vieira - Master Coach e Palestrante Comportamental

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